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OS
BENZODIAZEPÍNICOS
Nos anos 30, Leo
Sternback descobriu os
BENZODIAZEPÍNICOS enquanto trabalhava para
a empresa Hoffman-LaRoche. Nos anos 50, cientistas da Roche Corporation
desenvolveram um novo grupo de sedativos chamados de tranquilizantes.
Pela metade dos anos 60, este novo grupo de fármacos passaram,
rapidamente, a substituir sedativos com mais efeitos colaterais,
especialmente os barbitúricos. Quando tomados nas doses recomendadas, os
assim chamados tranquilizantes ou ansiolíticos, não chegam a causar os
efeitos indesejáveis dos barbitúricos, incluindo excessiva sonolência e
prejuíjo das funções cognitivas, que podem ocorrer durante o período do
uso da medicação.
Os primeiros tranquilizantes
desenvolvidos pela Roche, chamados de benzodiazepínicos, foram
introduzidos no mercado entre 1957 e 1963, quando a Hoffman-LaRoche
lançou o clordiazepóxido, Librium™, usado
primariamente para o alívio da ansiedade. Em 1963, um novo
benzodiazepínico, o diazepam, Valium™, foi introduzido no mercado pela
Roche, iniciando um novo período de abrangência internacional na
comercialização e marketing de medicações psiquiátricas. O abuso
de benzodiazepínicos só foi relatado nos anos 80, quando se tornaram um
dos grupos de medicamentos mais prescritos no mundo.
BENZODIAZEPÍNICOS NÃO HIPNÓTICOS
Alprazolam -
Bromazepam
- Clobazam - Clonazepam - Clordiazepóxido -
Cloxazolam
- Diazepam
Lorazepam
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Medicamento |
Meia Vida |
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Alprazolam |
14 h |
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Bromazepam |
12 h |
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Clobazam |
18 h |
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Clonazepam |
30 h |
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Clordiazepóxido |
30 - 100 h |
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Cloxazolam |
60 - 70 h |
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Diazepam |
32 - 100 h |
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Lorazepam |
12 h |
BENZODIAZEPÍNICOS HIPNÓTICOS
Estazolam -
Flunitrazepam
- Flurazepam - Midazolam
ADVERTÊNCIA:
As informações aqui apresentadas se destinam a profissionais da áea da
Saúde Mental e não têm por finalidade substituir as consultas a
bibliografias técnicas internacionalmente reconhecidas e aceitas em
Farmacologia.
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